ENTREVISTA

“Eu não tenho plano B, eu tenho plano A”, diz Fúria ao justificar pré-candidatura ao governo de Rondônia

Ex-prefeito de Cacoal destaca saúde como principal marca de gestão, critica pedágios na BR-364 e defende parceria com municípios
Redação
“Eu não tenho plano B, eu tenho plano A”, diz Fúria ao justificar pré-candidatura ao governo de Rondônia

O ex-prefeito de Cacoal e pré-candidato ao governo de Rondônia, Adaílton Fúria (PSD), afirmou durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, que sua decisão de disputar o Executivo estadual representa um dos momentos mais importantes de sua trajetória. “Eu acredito que é um dos maiores pesos de decisão que eu já tomei na minha vida”, declarou ao comentar a renúncia ao cargo para entrar na disputa eleitoral.

Ao destacar sua experiência administrativa, Fúria apontou a saúde pública como principal legado de sua gestão municipal. “Saúde, não adianta. Você pode ter a melhor estrada pavimentada do mundo. Se você estiver doente… nada disso presta”, afirmou. Ele citou a estrutura montada em Cacoal, incluindo hospital municipal, pronto-socorro infantil e unidades de atendimento, reforçando: “Se tem um marco… é a saúde”.

Durante a entrevista, o pré-candidato também fez críticas à situação da BR-364 e à cobrança de pedágios. “Isso aí é um tapa na cara da sociedade”, disse, relatando a experiência de percorrer 500 quilômetros até Porto Velho enfrentando buracos mesmo com a cobrança. Para ele, o problema evidencia falhas de representatividade política: “O que resolve o problema da BR-364 se chama representatividade política”.

Na área da saúde da capital, Fúria defendeu maior responsabilidade dos municípios e criticou a dependência do Estado. “Pessoas não são coisas”, afirmou ao justificar a construção de hospital municipal em Cacoal e defender que Porto Velho também assuma protagonismo. Segundo ele, “enquanto a gente estiver com essa mentalidade… a gente não vai conseguir avançar”.

Ao final, o pré-candidato reforçou o discurso de renovação política e confiança na própria trajetória. “Eu tenho condições de ser o primeiro governador nascido no estado de Rondônia… que atacou aquilo que o rondoniense mais precisa, que é a saúde pública”, disse. E concluiu: “Eu não tenho plano B, eu tenho plano A. E o nosso plano A é fazer o estado de Rondônia dar certo”.

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