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ENTREVISTA

Léo Moraes diz que hospital terá 10 mil consultas e critica falta de apoio à capital na Assembleia

Ao Resenha Política, prefeito detalhou atendimento em três especialidades e informou que projeto de macrodrenagem prevê cerca de R$ 200 milhões
Redação
Léo Moraes diz que hospital terá 10 mil consultas e critica falta de apoio à capital na Assembleia

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), afirmou que a primeira etapa de atendimento na estrutura do hospital universitário prevê 10 mil consultas em cardiologia, ortopedia e oftalmologia. Em entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, ele disse que a meta é eliminar a fila municipal nessas especialidades e atender também pacientes que aguardam na rede estadual.

Segundo o prefeito, o imóvel foi adquirido com recursos municipais e transferido à Universidade Federal de Rondônia (Unir). A implantação do hospital universitário será feita em etapas, enquanto uma parceria com o Ministério da Saúde permitiu iniciar consultas e exames. O acesso ocorre por encaminhamento da rede municipal, sem atendimento de urgência e emergência por demanda espontânea. A ampliação dos serviços dependerá de adaptações na estrutura e da contratação da instituição responsável pela administração hospitalar.

Léo também criticou a atuação da Assembleia Legislativa em relação às demandas de Porto Velho e defendeu maior representação da capital na distribuição de recursos. “Hoje, Robson, ninguém ergue a voz, ninguém levanta o braço para defender a capital de todo rondoniense”, afirmou. Sobre a Câmara Municipal, declarou manter diálogo com a maioria dos vereadores e disse que os principais projetos da prefeitura têm sido aprovados, apesar das divergências políticas.

Questionado sobre críticas aos eventos promovidos pela gestão, o prefeito afirmou que as programações movimentam setores como gastronomia, hotelaria e transporte. Segundo ele, houve ampliação de público e redução do custo médio dos eventos. Ao responder, também citou a abertura de unidades de saúde e a oferta de novos serviços municipais. “Sabe só qual é a maior festa? São as entregas reais que nós fazemos”, declarou.

Na área de infraestrutura, Léo informou que um projeto de macrodrenagem prevê aproximadamente R$ 200 milhões, sendo R$ 96 milhões do orçamento federal, por meio do PAC, e cerca de R$ 102 milhões vinculados ao FGTS. Segundo ele, o projeto foi aprovado e a primeira etapa está em fase de conclusão dos procedimentos anteriores à licitação. O prefeito não anunciou uma data para o início das obras.

Assista na íntegra:

 

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